quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

O CONTO QUE EU VIM CONTAR


O CONTO QUE EU VIM CONTAR


É um conto de natal que passa numa fazenda, no Marajó.
Seu Bastião, um homem muito brabo, é o dono desse lugar. Ele tem uma filha linda, Hosana, que sonha ser chamada de mãe.
Desde que a mãe de Hosana se foi, o Bastião nunca mais sorriu. Ele tem medo de perder a filha, por isso não deixa a menina sair de jeito nenhum!
Mas esse lugar é banhado por um rio cheio de segredos, guardado pela Mãe D’água, onde vivem muitas criaturas, inclusive... O Boto.
O texto, da Adriana Cruz, é inspirado no texto Um Conto de Natal, que David Matos criou para o programa Catalendas, da TV Cultura do Pará.
O Espetáculo traz moradores do marajó contando o conto, com bonecos de manipulação de vara confeccionados com patchouli, de acordo com a encenação, ora na fazenda, ora no fundo do rio.


FICHA TÉCNICA
Texto: Adriana Cruz (Inspirado no texto Um Conto de Natal, de David Matos).
Direção: Anibal Pacha.
Atores-manipuladores: Adriana Cruz, André Mardock e Paulo Ricardo Nascimento.
Cenários e Bonecos: Anibal Pacha.
Músicas: Tema da Hosana, Renato Torres e Adriana Cruz; Quem Quer? (Blue da Matinta), José Maria Bezerra; Tema de Despedida, samba de cacete do cancioneiro popular das comunidades quilombolas do Pará.
Sonoplastia: Paulo Ricardo Nascimento.
Projeto de Iluminação: Milton Aires.
Foto: André Mardock.
Produção: Cristina Costa.
Figurino: Aníbal Pacha e Mariléia Aguiar
Realização: In Bust Teatro com Bonecos.


NECESSIDADES TÉCNICAS

Palco (área cênica): 6m (boca de cena) x 6m (profundidade) x 4m (altura). Com dois pontos de energia 110V.
Sonorização: Equipamento para amplificação adequada ao espaço da apresentação para 3 microfones e 1 violão (os microfones e o violão são disponibilizados pelo grupo).
Platéia: Acomodação para o público, em formato Italiano ou semi-arena

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

“VERBUS | A poesia se fez carne”.

RELEASE

            “A palavra começou a adquirir uma corporeidade inesperada e o espaço que acolhe esses corpos uma dinâmica promissora.”

            Lúcia Santaella

Durante os dias 06, 13 e 20 de dezembro, a partir das 21 h, na Taberna São Jorge (o famoso Bar da Walda), o grupo de atores Carlos Vera Cruz, Stéfano Paixão, Landa de Mendonça e Thales Branche são a corporificação da poesia no espetáculo “Verbus | A poesia se fez carne”. Com uma proposta poético-musical, os atores interpretam e cantam poesias. Todos os grandes poetas da literatura foram convidados a “personificar” as suas poesias, num confronto de estilos e períodos diferentes. Há dias em que a poesia amor romântico de Vinícius de Moraes duela com a poesia paixão escrachada de Nelson Rodrigues; a poesia liberdade de Castro Alves grita com a poesia brasilidade de Caetano. E assim, toda semana, o grupo dialoga poesia e música em uma ambientação bastante peculiar, intimista, que permite a cada artista o empréstimo do seu “eu-lírico” à poesia, conseqüentemente, a multiplicação das interpretações, dos poetas e das obras.

O espetáculo conta com apoio de Sol Informática e Ná Figueredo.

Serviço:

Verbus | A poesia se fez carne, dias 06, 13 e 20 de dezembro, às 21 h, no Bar Taberna de São Jorge, na Travessa Joaquim Távora, 438, esquina com a Rua Rodrigo dos Santos, Cidade Velha. Entrada franca. Maiores informações: 9194-2959 / 81929833.

Ficha Técnica:

Elenco: Carlos Vera Cruz, Stéfano Paixão, Landa de Mendonça e Thales Branche.

Produção: Carol Gama e Tati Brito.

Fotografia: Alan Soares.

Designer gráfico: Diego Algaranhar.

COMPANHIA DE TEATRO MADALENAS


COMPANHIA DE TEATRO MADALENAS 6 ANOS

A COMPANHIA

Criada em novembro de 2001 por antigos alunos da Escola de Teatro e Dança da UFPA, a Companhia de Teatro Madalenas estará comemorando nos dias 11 e 12 de dezembro de 2007 seis anos de fazer teatral.

Sempre encenando espetáculos que provocam a crítica a cerca dos padrões socialmente estabelecidos, a Companhia Madalenas trás em sua bagagem a montagem de grandes sucessos e clássicos do teatro brasileiro, tais como o inesquecível Paixão Barata & Madalenas (2001) e A Aurora da Minha Vida (2002), respectivamente. Além de montagens audaciosas, tais como À Flor da Pele (2003) e Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua (2006).

Duas vezes premidas pela FUNARTE, do Ministério da Cultura, com os espetáculos Paixão Barata (2003) e A Aurora da Minha Vida (2006), a Companhia Madalenas hoje figura com uma das grandes forças do teatro paraense seja por sua inventividade, inquietação constante ou pelo gosto de querer estabelecer um canal de comunicação valendo-se do teatro como caminho.

A Companhia Madalenas volta aos palcos para celebrar seus seis anos de fundação nos dias 11 e 12/12/2007, as 19h30 no Espaço Cuíra, com uma programação muito especial.

Trechos de alguns espetáculos serão apresentados, leituras dramáticas, intervenção sonora, além da apresentação Pop Porn, espetáculo inédito que reúne atores e não atores.

É imperdível.

Serviço: Companhia de Teatro Madalenas 6 anos.

Dias 11 e 12/12/2007, as 19h30, no Espaço Cuíra.

Ingressos R$ 10,00 com meia entrada para estudantes

Informações: (91) 9152-7767 (Leonel Ferreira)